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terça-feira, 30 de outubro de 2012

ACROBATA - ACROBATORNIS FONSECAI


O ninho da espécie é esférico, feito com gravetos e situado na copa das árvores mais altas. A câmara oológica é feita com musgo e folhas. O acrobata pode construir ninhos falsos para confundir predadores ou como reserva de gravetos para a manutenção do ninho ativo.
É um pássaro de pequeno porte (cerca de 15 cm). Foi descrito das matas de tabuleiro do sudeste da Bahia. Vive em altitudes desde o nível do mar até 800 m, habitando as copas das cabrucas. Insetívoro, procura e captura alimento com movimentos acrobáticos que incluem "escaladas negativas" nos galhos.
A reprodução ocorre entre os meses de setembro e outubro.
É o único representante da família Furnariidae cuja plumagem dos jovens difere radicalmente da dos adultos (MACHADO et al., 2008)

GRUPO:  Aves
ESPÉCIE: Acrobatornis fonsecai Pacheco, Whitney & Gonzaga, 1996
NOME VULGAR: Acrobata
FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat, poluição.
BIOMA: Mata Atlântica
PLANO DE AÇÃO            
CENTROS DE PESQUISA: CEMAVE
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: Desconhecidas
REFERÊNCIAS   
- MACHADO, A. B. M; DRUMMOND, G. M. & PAGLIA, A. P. (eds) Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Volume II. 1.ed. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2008. 906 p.

Fonte: ICMBIO

sábado, 20 de outubro de 2012

LIBÉLULA - ACANTHAGRION TAXAENSE

É uma libélula de porte pequeno, de asas hialinas e iguais. A espécie caracteriza-se por apresentar a parte posterior da cabeça amarela e dorso do labro escuro. Abdômen negro, com faixas azuis dorsais.
A espécie possui apêndices superiores curtos, não ultrapassando os inferiores, com uma faixa de cerdas em forma de pincel. Os espécimens foram coletados na vegetação subarbórea que circunda a Pedra de Itaúna, no canal das Taxas, lagoa das Taxas e lagoa de Marapendi, no Recreio dos Bandeirantes, município do Rio de Janeiro. A situação da espécie é agravada em razão da grande expansão imobiliária que vem se verificando na região de ocorrência da espécie. (MACHADO et al., 2008)



GRUPO: Invertebrados Terrestres - Insetos
ESPÉCIE: Acanthagrion taxaense Santos, 1965
NOME VULGAR: Libélula; Cavalo-de-judeu
FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat
BIOMA: Mata Atlântica
PLANO DE AÇÃO:
CENTROS DE PESQUISA               
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO 
REFERÊNCIAS    - MACHADO, A. B. M; DRUMMOND, G. M. & PAGLIA, A. P. (eds) Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. 2008, 1420 p. 1.ed. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente; Belo Horizonte, MG: Fundação Biodiversitas, 2008

Fonte:

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

JACUTINGA - ABURRIA JACUTINGA




É um dos mais belos e emblemáticos endemismos da Mata Atlântica.
     Espécie florestal, prefere as matas primárias de baixada e de média altitude, havendo registros até 1.000 m acima do nível do mar. Suspeita-se que possa fazer migrações altitudinais, especialmente na Serra do Mar, acompanhando a frutificação de algumas espécies de árvores. Era mais comum ao longo de cursos d´água do que no interior das florestas. Passa a maior parte do tempo nas árvores, descendo ao solo apenas para apanhar alguns frutos caídos ou para beber água. Frugívora, com uma dieta ampla, que inclui frutos do palmito (Euterpe edulis), um dos seus alimentos favoritos. Regurgita as sementes ingeridas ou as elimina com as fezes, apresentando um papel importantíssimo na dispersão de sementes nas florestas onde habita. 
     Discreta. Chama a atenção no final da tarde ou no amanhecer, executando barulhentos vôos territoriais, graças às modificações nas suas rêmiges primárias. A reprodução ocorre no segundo semestre, entre agosto e novembro. Seu ninho é uma plataforma simples, construída com galhos e ramos no alto das árvores. A fêmea coloca de 2 a 3 ovos de casca branca, que se torna marrom com o tempo. Os filhotes, nidífugos, acompanham os pais pela ramaria alta tão logo a plumagem esteja seca (MACHADO et al., 2008) 

Fotos: Flavio Guglielmino(1), Lucas Leite - www.noticiaanimal.com.br (2), Marco A. de Freitas(3,4)




GRUPO: Aves
ESPÉCIE: Aburria jacutinga (Spix, 1825)
NOME VULGAR: Jacutinga
FATORES DE AMEAÇA: Perda/degradação de habitat e caça.
BIOMA:  Mata Atlântica
PLANO DE AÇÃO : - PAN Galiformes (publicado em 2008).
CENTROS DE PESQUISA: CEMAVE
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO:
- PARNA de Ilha Grande² (MS/PR); 

- PARNA do Iguaçu², APA de Guaraqueçaba², PE da Mata dos Godoy¹, PE das Lauráceas¹, PE da Graciosa¹, APA Guaratuba¹, RPPN Corredor do Iguaçu I¹, EE Rio dos Touros¹ (PR);
- PE do Rio Doce¹ (MG);
 
- PARNA de Itatiaia² (MG/RJ);

- PARNA da Serra da Bocaina² (RJ/SP);

- PE de Carlos Botelho¹, PE Intervales¹, PE Ilhabela¹, PE Ilha do Cardoso¹, PE Serra do Mar - Núcleo Caraguatatuba¹, PE Serra do Mar - Núcleo Santa Virgínia¹, PE Serra do Mar - Núcleo Cunha¹, EE de Boracéia¹ (SP);

- PE da Serra do Tabuleiro¹ (SC);

- PE do Turvo¹ (RS).

REFERÊNCIAS   

- ¹MACHADO, A. B. M; DRUMMOND, G. M. & PAGLIA, A. P. (eds) Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Volume II. 1.ed. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2008. 906 p.
- ²NASCIMENTO, J.L.; CAMPOS, I.B. (orgs.). Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais. Brasília,DF: ICMBio. 276 p.

Fonte: